13 de outubro de 1992, sete horas da manhã, fazendo uma caminhada no Rio de Janeiro, leio a notícia numa banca: desapareceu helicóptero com Ulysses Guimarães. Por ter vivido trágica e semelhante situação na minha família, pensei no pior. Mas a angústia logo foi associada à torcida por uma emergência salvadora.
Uma hora depois, com a família no carro e rádio ligado, iniciamos a volta para Sampa. Paramos em Aparecida. Fomos ao santuário. Pedir pela vida de Ulysses e dos que o acompanhavam: a esposa, Mora, Severo Gomes e Ana…