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"A eleição não vai ser plebiscitária como eles querem, mas nós não vamos ceder mais a esse ativismo propagandístico e acusatório do PT"
Folha de São Paulo - 09/02

R$ 100 mi
Promotor calcula em R$ 100 milhões desvio em cooperativa ligada ao PT, José Carlos Blat diz não ter dúvida de que uma fatia desse montante foi destinada a campanhas eleitorais do partido.








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09/03/2010
Aníbal: Serra deve lançar candidatura entre 20 e 30 de março
A menos de um mês do prazo legal para lançar-se candidato à presidência da República, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), ainda não assumiu oficialmente seu ingresso na disputa eleitoral com a candidata petista, a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff.
 
A fragilidade dos sinais enviados por Serra nesse sentido têm causado dúvidas; a impensa especula, inclusive, que o governador tucano poderia desistir do embate presidencial, candidatando-se à reeleição estadual e deixando o caminho do Planalto aberto para o seu colega de Minas Gerais, o governador Aécio Neves (PSDB).
 
A tese é refutada pelo deputado José Aníbal (SP), ex-líder do PSDB na Câmara dos Deputados. "Ele deu todos os sinais de que será candidato", afirma o parlamentar. "Deve sair (candidato) entre os dias 20 e 30 (de março)".
 
A demora de Serra em lançar oficialmente sua candidatura ao Palácio do Planalto vem causando desgaste às pretensões presidenciais tucanas. Segundo pesquisa Datafolha divulgada no final de fevereiro, a pré-candidata do PT atingiu 28% das intenções de voto, contra 32% das eleitores que elegeriam Serra.
 
Sobre a probabilidade de Aécio substituir Serra como candidato à presidência pelo PSDB, Aníbal é taxativo: "Zero". E prossegue. "O Aécio não é candidato mas, se depender do partido, ele será o vice. Essa é questão que ainda está aberta, a meu ver".
 
Mesmo sem assumir-se candidato, Serra já vem estruturando um grupo de trabalho para coordenar sua ainda incipiente campanha.
 
Devem integrar a equipe José Henrique Reis Lobo, atual secretário estadual de Relações Institucionais; Felipe Soutello (presidente do Centro de Estudos e Pesquisas da Administração Municipal) e Andrea Matarazzo, ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República do governo FHC e Floriano Pesaro, vereador paulistano, dentre outros.
 
O discurso de campanha ainda não está pronto. Mas não será uma retórica de antagonismo com o governo Lula, nas palavras do deputado paulista.
 
"Não tem necessidade de confronto, tem que olhar adiante", diz Aníbal. "O Brasil pode fazer mais e melhor, veja a gestão dele (Serra) em São Paulo".

Terra Magazine, por Diego Salmen


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08/03/2010
OS NOVOS DESAFIOS PARA O BRASIL
País precisa Investir mais
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) afirma: em 2007, entre as 11 maiores economias, o Brasil tinha a menor taxa de investimento.
Enquanto a taxa de investimento da China era de 40% de todas as riquezas produzidas, a nossa era de 17,52%. Taxa de investimento é o percentual do PIB destinado à construção, à ampliação da capacidade de produção. É o que de fato vai gerar emprego e melhorar a vida das pessoas, não só agora, mas daqui por diante.
O setor público deste Governo aplica pouco mais de 1% do PIB em infra-estrutura. No setor privado, o percentual sobe para 2%. Em países desenvolvidos, com altas taxas de crescimento, o percentual chega a 5%.
Ou seja, no que concerne ao setor público, de uma carga tributária de 36% a 37% do PIB, apenas 1% é destinado à infra-estrutura pelo atual Governo Federal. 
 
PAC petista é genérico e "maquiado"
 Mostra resultados pífios até agora.
Em 2007, a dotação autorizada para o PAC foi 16 bilhões; realizados, 12 bilhões.
Em 2008, 19 bilhões; realizados, 12,9 bilhões.
Em 2009, foram autorizados 28,5 bilhões; realizados, 9,9 bilhões.
Nos 3 anos do PAC, do total autorizado de 64 bilhões, o Governo executou 34 bilhões. Isso se deve a várias razões: inépcia, irresponsabilidade, falta de compromisso.
A Folha de S. Paulo acrescenta mais: a maquiagem. No caso, por exemplo, da transposição das águas do Rio São Francisco, prometeram para dezembro de 2012 o eixo norte da transposição. Nos balanços seguintes, o prazo passou para o final de 2014.
Por outro lado, em 2009, o Estado de São Paulo investiu 18,5 bilhões de reais.
As obras efetivamente realizadas: infraestrutura, estradas, área do Rodoanel — uma obra fundamental para o Brasil — vicinais, transporte de massa, metrô, trem, ensino, saúde: 18,5 bilhões! O PAC investiu 9,9 bilhões.
 
São Paulo faz verdadeira revolução na Educação 
É possível fazer diferente em várias áreas, como, por exemplo, no ensino técnico, onde São Paulo vem realizando uma verdadeira revolução.
O Estado de São Paulo saiu de 7 FATECS, no Governo Covas, para 13;
No Governo Alckmin, para 26 FATECS (Faculdades de Tecnologia);
No Governo Serra, de 26 para 49 FATEC’s em 3 anos e 2 meses — ainda mais duas serão inauguradas neste ano.
O resultado prático, é que São Paulo tinha, no começo do Governo Serra, 70 mil vagas em escolas técnicas e, ao final deste ano, teremos 177 mil vagas.
Nas FATEC’s também cresceu fortemente o número de vagas. É a possibilidade do emprego, da realização do jovem e da jovem oriundos de famílias mais pobres, que tem nesse ensino de qualidade totalmente gratuito a possibilidade de ascender a uma boa posição no mercado de trabalho.
 
Qualificação aumenta remuneração dos trabalhadores 
O salário médio de quem sai das escolas técnicas era de 1,8 salário mínimo até 3 anos atrás; hoje já é de 2,2 salários mínimos. Educação que promove, que acessa: educação que emancipa.
De cada 5 alunos que saem das escolas técnicas, 4 conseguem emprego;
De cada 10 alunos que saem das FATEC’s, 9 conseguem empregos – e aí os salários subiram de 4 para 5,5 salários mínimos.
No que se refere ao ensino técnico-tecnológico, o Estado de Minas Gerais também tem feito fortes investimentos nessa área.
Do total de investimentos promovidos pelos Estados em ensino técnico-tecnológico, São Paulo foi responsável por 53%, e o Governo de Minas Gerais foi responsável por 27% — São Paulo e Minas Gerais, juntos, respondem por 80% do total de investimentos em ensino técnico-tecnológico no Brasil.
Só no Governo Lula, teriam sido criadas 140 escolas técnicas, e não sei mais quantas serão feitas.
Segundo a Folha de S. Paulo, edição de 18 de fevereiro, foram feitas 70. Ou seja, metade das 140 anunciadas.
Foram criadas 13 universidades.
Quando o jornal verifica, 9 são mero resultado de fusão. Essa propaganda mentirosa em nada ajuda para a boa reflexão sobre os passos seguintes.
 
Em Saúde, São Paulo investe em hospitais e medicamentos 
É sobre a saúde que há o maior silêncio do atual Governo, porque, muito provavelmente, em matéria de políticas públicas, é o setor em que menos se realiza.
São Paulo, ao longo de 15 anos, construiu 20 novos hospitais, além de ter feito centenas de reformas de unidades médicas de atenção à saúde. São 20 novos hospitais, 10 novos hospitais só no atual Governo, inclusive um grande hospital de referência, que é o novo Hospital do Câncer de São Paulo.
Também foram construídos 22 ambulatórios médicos de especialidades: no Governo Serra. Mais 18 serão inaugurados, totalizando 40 até o final do ano. Nessas unidades, até pequenas cirurgias serão realizadas.
A Rede Lucy Montoro para os portadores de necessidades especiais, uma unidade já inaugurada, dez em construção.
 
Medicamentos 
Com relação aos remédios, tivemos oportunidade de dizer aqui, ano passado, que os brasileiros gastaram, em 2007, 45 bilhões de reais em remédios.
O Governo Federal gastou 4,5 bilhões, 10% do que gastou o povo brasileiro.
São Paulo tem duas grandes fábricas de remédios.
O famoso Dose Certa é distribuído gratuitamente a toda a população – e passou de 37 para 67 medicamentos. Atualmente, está em fase de testes uma nova planta para produção de medicamentos genéricos.
 
No Bolsa Família, PSDB favorece a população pobre 
No Senado Federal, por meio do Senador Tasso Jereissati, o PSDB apresentou um projeto simples, que favorece a população pobre.
O projeto propõe que as famílias que recebem Bolsa Família, cujos filhos tenham desempenho escolar dentro ou acima da média, terão um adicional de recursos no Programa Bolsa Família.
PT e Governo foram totalmente contrários.

O projeto foi aprovado na Comissão de Educação do Senado Federal, mas o PT já anunciou que vai recorrer ao Plenário, o que não é ruim. Em plenário, eles poderão expor as razões menores que os levam a ser contra um projeto que adiciona benefícios às famílias.

Leia o discurso na íntegra


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05/03/2010
Dia Internacional da Mulher 2010, a luta continua...
Historicamente o dia 8 de março de 1857 iniciou a indicação dessa data como o “Dia Internacional da Mulher”, quando, nos Estados Unidos, várias operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve e ocuparam seu local de trabalho para reivindicarem uma redução da jornada diária de trabalho de mais de 16 horas para 10 horas. Na época as mulheres recebiam menos de um terço do salário dos homens. Como represália a este movimento elas foram fechadas na fábrica, que, pegou fogo e matou mais de 130 mulheres queimadas.
 
Em 1910 foi decidido em uma conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher" em homenagem àquelas mulheres americanas mortas.
 
Desde 1975, em sinal de apreço pela luta das mulheres, as Nações Unidas decidiram consagrar também o dia 8 de Março como o “Dia Internacional da Mulher”. Seria importante lembrar que aquela data histórica, há 153 anos, teve um grande impacto na legislação trabalhista americana e mundial.
 
No Brasil temos como marco das conquistas femininas a data de 24 de fevereiro de 1932, quando foi instituído o direito a voto.
 
De 32 para cá a presença das mulheres, em todas as áreas da sociedade, é uma crescente sucessão de conquistas, com presença forte e indistinta com relação aos homens. O traço peculiar é que as mulheres, em geral, procuram sempre fazer mais e melhor.
 
Viva o 8 de março!
 

Deputado José Aníbal


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05/03/2010
Aníbal ressalta atraso na execução das obras do PAC e critica governo
Ao criticar o que considera “poucos investimentos” feitos no Brasil pelo governo
federal, o deputado José Aníbal (PSDB-SP) afirmou que, nos três anos de existência do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do total de R$ 64 bilhões autorizado para as obras, o governo teria executado apenas R$ 34 bilhões. “Isso se deve a várias razões: inépcia, irresponsabilidade, falta de compromisso. Hoje o jornal Folha de S. Paulo acrescenta mais: a maquiagem. Estão maquiando o PAC”, disse.
 
Segundo informações da reportagem relatada pelo deputado, o governo teria maquiado balanços oficiais para encobrir os atrasos na execução das principais obras do PAC. Ele citou, como exemplo, a transposição de águas do Rio São Francisco, cujo eixo norte, que deveria ficar pronto em dezembro de 2012, só será concluído no final de 2014.
 
José Aníbal também destacou dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), segundo os quais, em 2007, entre as 11 maiores economias, o Brasil tinha a menor taxa de investimento. “Enquanto, na China, 40% do PIB [Produto Interno Bruto] se transformavam em investimento, no Brasil, a taxa era de 17,52% do PIB”, comparou. Para o parlamentar, só com investimentos serão gerados empregos e haverá melhoria na vida da população.
 
Segundo matéria publicada na Folha de S. Paulo, também citada por Aníbal, o setor público aplica pouco mais de 1% do PIB em infraestrutura. “Em países desenvolvidos, com altas taxas de crescimento, o percentual chega a 5%. No que concerne ao setor público do Brasil, o que se constata é uma enorme anomalia: de uma carga tributária de 36% a 37% do PIB, apenas 1% é destinado à infraestrutura”, disse o deputado, para quem essa situação só tem se agravado.
 
Governo de São Paulo - Entretanto, segundo José Aníbal, o estado de São Paulo teria investido R$ 18,5 bilhões em 2009. “Basta acessar as informações do governo de São Paulo e ver que as obras foram efetivamente realizadas: infraestrutura, a área de Rodoanel - uma obra fundamental para o Brasil -, estradas vicinais, transporte de massa, metrô, trem, ensino, saúde. E o PAC investiu R$ 9,9 bilhões”, comparou.
 
“No setor público do Brasil, o que se constata é uma enorme anomalia: de uma carga tributária de 36% a 37% do PIB, apenas 1% é destinado à infraestrutura”
 
Segundo Aníbal, na área do ensino técnico, São Paulo vem realizando “verdadeira revolução”. Nos últimos anos de governos do PSDB, observou, o número de faculdades de tecnologia (Fatecs) passou de sete para 26. No governo Serra, acrescentou, o número de Fatecs aumentou para 49 em três anos e dois meses.
 

“O resultado prático é que São Paulo tinha, no começo do governo Serra, 70 mil vagas em escolas técnicas e, ao final deste ano, teremos 177 mil vagas. Nas Fatecs também cresceu fortemente o número de vagas”, informou.


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03/03/2010
ANÍBAL, EM PRONUNCIAMENTO NA CÂMARA FEDERAL, FALA SOBRE OS NOVOS DESAFIOS PARA O BRASIL

Em discurso no Plenário da Câmara dos Deputados, na terça-feira, 02/03/10, José Aníbal falou sobre o baixo investimento do governo Lula, os resultados pífios do PAC e dos novos desafios para o país. O deputado mostrou que é possível fazer mais e melhor, citando ações desenvolvidas pelo governo de José Serra, nas áreas de infraestrutura, saúde e educação.

Para ler o discurso na íntegra, clique aqui.


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27/02/2010
Aníbal participou no domingo, 28/02, do programa `Em Questão`, TV Gazeta

José Aníbal participou no domingo, 28/02, às 23h45, do programa “Em Questão”, comandado pela jornalista Maria Lydia, na TV Gazeta. O programa fez uma reflexão sobre doações de campanhas. Estiveram presentes também, o deputado federal Carlos Zarattini (PT), e o cientista político José Álvaro Moisés, chefe do Departamento de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo.

Assista o programa clicando aqui.


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24/02/2010
José Aníbal participou, sábado (27/02), do programa 'Campos Oposto', no Canal Rural

 José Aníbal participou, no sábado (27/02) às 19:00, do programa "Campos Opostos" no Canal Rural, com apresentação de Ana Amélia.

Foi debatido com a presença do Deputado Henrique Fontana (PT), assuntos como: votações no congresso em ano eleitoral, cenário político eleitoral, pré-sal, entre outros.

O programa é sintonizado da seguinte forma:
Canal 35 NET - Canal 105 SKY - ao vivo pela Internet.

Para assistir o vídeo clique aqui.


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09/02/2010
'Eles vão nos deixar uma herança maldita'

 

 

 

Entrevista publicada no jornal "O Estado de São Paulo" - 09/02/2010

"Eles vão nos deixar uma herança maldita"

Como o senhor avalia a repercussão obtida por esse artigo?
Causa frisson no PT. Mas, com um novo período de governo encabeçado por
eles, o Brasil não vai ter mais o que colher. São incapazes de plantar. Só colheram. Fernando Henrique plantou um rumo para o Brasil. Colheu também, mas principalmente plantou. Teve Lei de Responsabilidade Fiscal, reestruturação do sistema bancário. E a Lei do Petróleo. Fez da Petrobrás a maior empresa não-financeira das Américas.

Eles dizem que FHC derrubou o nível da campanha".
O que derruba o nível são as declarações da candidata deles e de seu patrocinador.

A resposta, então, não deveria vir do candidato de vocês?
Do debate entre os candidatos ninguém poderá fugir. O PT quer fugir do debate. Agora, há uma tentativa deles de nos demonizar. Imagine se o PT tivesse vencido em 1994? Até Lula reconhece, ainda bem que só ganhou em 2002.

Não houve avanços?
Nós demos um rumo. Acabamos com a inflação, o que foi um passo inovador, ao qual somamos a Lei de Responsabilidade Fiscal, etc. Eles ampliaram benefícios sociais. Nós criamos Bolsa-Escola, Bolsa-Alimentação, Vale-Gás, redução do trabalho infantil. E o País entrou em um círculo virtuoso. Seria impensável retroagir. Não tinha como fazer diferente. Agora, o que me preocupa neles é que o governo não investiu. Eles vão nos deixar uma herança maldita. Porque a capacidade de investimento no País está zerada. O que há é um propagandismo. Ele é bom de propaganda, isso não se pode negar.
 


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03/02/2010
Aníbal conversou com a Jovem Pan e falou sobre as principais expectativas para 2010

Em entrevista, Aníbal comentou sobre os projetos mais importantes que deverão ser discutidos durante o ano de 2010. “Tem, por exemplo, o das agências reguladoras, que precisa ser votado”, afirmou. “Há matérias relativas à segurança pública, entre elas, aquela que agrava a pena de quem chefia rebeliões em presídios. E tem matérias para a saúde pública, pois o próprio ministro da Saúde já disse que o orçamento publicado é claramente insuficiente”

Agora, a alimentação é um direito de todos os brasileiros e tem que estar assegurado nas políticas públicas. Os governos Federal, estaduais e municipais têm feito isso”, disse Aníbal. “Essa consciência de que tem que haver uma rede de proteção social que assegure efetivamente alimento a todos os brasileiros é sempre importante reafirmar”, prosseguiu, “nós, inclusive, também decidimos fazer uma mudança na Lei Pelé e também assegurar indenização às famílias dos militares mortos no Haiti”.

Para ouvir a entrevista completa, clique aqui.

Matéria publicada também na JOVEM PAN Online.


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01/02/2010
É só botar pressão que Lula recua

 Governo que faz as coisas sem pensar e sem discutir com o Congresso e a sociedade, acaba tendo de recuar e se desmentir. Isso já virou uma repetição cansativa no governo Lula.

 Assim foi com o decreto que reformou o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH) legado pelo governo Fernando Henrique Cardoso.
 
O texto radicalíssimo foi feito por meia dúzia de “louquinhos” do governo. O texto passou batido pela Casa Civil. Até hoje a ministra Dilma Rousseff evita confessar se não leu ou se concorda com o texto.
 
Lula – isso já ficou claro – assinou sem ler.
 
Quando a sociedade reagiu, Lula começou a recuar, como, aliás, sempre faz quando observa uma reação em cadeia a uma medida sua.
 
Primeiro, acuado pelos militares, mudou um dos pontos centrais do Plano Nacional: a tal “Comissão Nacional da Verdade” não será criada imediatamente, e sim “estudada” por uma “comissão”. Quer dizer, não vai sair nunca.
 
Agora, acuado pela reação da Igreja Católica, recuou novamente: disse que o governo não apresentará mais um projeto para descriminar o aborto.
 
De poda em poda, daqui a pouco não sobra nada do PNDH de Lula.


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29/01/2010
O ilusionista

 "Oito anos de governo Lula vão custar um atraso de cinquenta anos ao desenvolvimento brasileiro, com todas as repercussões em cascata que isso produz. O governo lulista tem um único mérito: vive em permanente estado de obsessão propagandística para alardear ações que nunca conclui. É ótimo de planos, péssimo de execuções. Cacareja, mesmo sem botar os ovos."

Assim começa o artigo de José Aníbal para a edição fevereiro da revista Voto. O artigo, sob o título "O ilusionista", constatao fracasso do PAC e conclui afirmando que Lula não prepara o futuro do país, como fizeram outros grandes presidentes, como Juscelino Kubitschek e Fernando Henrique Cardoso.

Indaga:

"Que futuro Lula nos legará? Terá governado oito anos sem melhorar em nada a infra-estrutura logística brasileira. Não conseguiu montar nem uma só Parceria Público-Privada. As rodovias estão em estado deplorável. Os portos continuam desaparelhados. Os aeroportos, saturados, a quatro anos da Copa do Mundo e a seis da Olimpíada.

E finaliza:

"Pressionado pelo fim do mandato, Lula se desespera e descumpre leis. Ainda agora, um veto do presidente liberou pagamentos de R$ 13,1 bilhões referentes a quatro obras da Petrobras com irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União como "graves". Quer dizer, além de comprometer a logística do desenvolvimento, ainda degenera os padrões institucionais.

Na política, o melhor que ele fez foi produzir o mensalão, uma vergonha que se equipara ao impeachment de Collor, hoje seu aliado preferencial. Flagrado, Lula culpou os outros e saiu pela tangente. Mudou o método: agora é aliado de Sarney, Renan e o que há de pior no PMDB e em alguns partidos de aluguel. Vai nos custar recuperar o Brasil da tragédia que tem sido o governo Lula."
 

Leia na íntegra o artigo,"Artigos" e clique em "O ilusionista" 
http://www.joseanibal.com.br/dirartigos.php?artg=36


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27/01/2010
Herança maldita-IX: Brasil, campeão mundial de juros reais
O Brasil assumiu, novamente, a liderança do ranking mundial de juros reais, com a decisão do Copom de manter a taxa de juros em 8,75% ao ano.
 
Os juros reais são computados depois de abater a inflação prevista para o próximo ano.
 
Mas a coisa pode ser pior: a expectativa dos economistas, segundo pesquisa feita pelo próprio Banco Central, é de que seja inevitável elevar ainda mais a taxa de juros a partir de abril, podendo chegar até 11,25% em fins de 2010.
 
A previsão de aumentar os juros no fim de 2010 se fortaleceu após o Banco Central ter advertido, em setembro, que a inflação poderia recrudescer no fim de 2010 e início de 2011, alavancada pelos perdulários e irresponsáveis gastos públicos feitos pelo governo Lula.
 
Segundo a consultoria UpTrend, que faz o cômputo dos juros no mundo, os juros reais do Brasil são, atualmente, de 4% ao ano. Em segundo lugar neste triste ranking está a Indonésia, que tem juros reais de 3,6% ao ano. Em terceiro, a China, com 3,3%.


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27/01/2010
Herança maldita-VIII: Crise da marolinha destroça superávit primário

Aconteceu o que se previa: em 2009, o superávit primário do Governo Central (União, Previdência e Banco Central) ficou em 1,25% do PIB. O total reservado para o pagamento de juros da dívida pública foi de R$ 39,21 bilhões, informou a Secretaria do Tesouro Nacional.

Muito, mas muito abaixo da meta.

Em 2008, a economia feita para pagar juros da dívida pública (e tentar manter sua trajetória de queda) somou R$ 71,43 bilhões (2,38% do PIB). O resultado de 2009 foi, portanto, 45% menor (ou pior) que o de 2008.

O preocupante resultado é um dos efeitos da crise financeira internacional que assolou a economia brasileira no ano passado e foi dimensionada por Lula como sendo uma “marolinha”.

Segundo a Receita Federal, por causa da crise, a arrecadação federal teve uma queda real de 3% no ano passado.

O governo Lula acertou quando optou por manter um ritmo forte de gastos para estimular a economia.

Mas errou grosseiramente quando, em vez de aumentar os investimentos públicos – o que ajudaria a reativar a economia e aumentar o nível de emprego –, optou por aumentar os gastos de custeio, em particular os salários de servidores.

Dados do Tesouro Nacional mostram que os gastos do governo cresceram R$ 74,5 bilhões em 2009 – o maior crescimento anual nos dois governos Lula. Somente as despesas com funcionalismo público subiram quase R$ 21 bilhões em 2009.

A baixa arrecadação e o brusco aumento de despesas foram uma combinação explosiva que gerou déficits nas contas governamentais em pelo menos quatro meses de 2009.

E ainda há que considerar as diversas manobras que o governo operou para compensar a queda da arrecadação e melhorar o superávit. Uma das manobras foi internalizar em seu caixa R$ 8,9 bilhões em depósitos judiciais antigos.

O Refis da crise fez ingressar mais R$ 4,7 bilhões, e mais R$ 600 milhões com o parcelamento do crédito-prêmio do IPI. Por fim, uma operação de compra de dividendos da Eletrobrás, feita pelo BNDES, engordou o caixa governamental em mais R$ 3,5 bilhões.

Quer dizer: poderia ter sido bem pior.


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27/01/2010
Dilma deixa 17 perguntas sem resposta
A Casa Civil da Presidência da República deixou sem resposta a maioria das perguntas do Pedido de Informações do Deputado José Aníbal sobre a faustosa viagem de Lula ao sertão nordestino na primeira e segunda semanas de outubro passado – a viagem que teve até tapete vermelho estendido sobre o solo rachado da caatinga.
 
Para receber a comitiva de Lula foi montado um acampamento de alto luxo – o “Ali-Lulá”, segundo Aníbal – para hospedar o presidente por apenas uma noite.
 
Das 18 perguntas, só uma foi respondida. Todas as outras perguntas ficaram sem resposta. O ofício que encaminha as “respostas”, assinado pela “famosa” Erenice Guerra, a chefe de gabinete que armou o dossiê contra Dona Ruth Cardoso, informa que as perguntas sem resposta devem ser dirigidas ao Ministério da Integração Nacional e ao Gabinete de Segurança Institucional.
 
Bem no estilo “dividir para confundir”.


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27/01/2010
As perguntas que Dilma deixou sem resposta
As perguntas não respondidas – em flagrante desrespeito ao Parlamento e à oposição – foram:
 
1) Qual foi o custo total da visita que ficará a cargo da União?
3) Quem pagou a construção ou remodelação de um “acampamento” no Km 316 da BR-323, próximo à cidade de Custódia, para hospedar a comitiva?
4) Se o custo dessa construção provisória foi despendido pela União, quanto custou e em que exata rubrica foi contabilizado? 
5) Se o custo foi bancado por alguma empresa privada, ou por um grupo delas, como foi feito esse ajuste? Existiu um convênio entre o governo e essa empresa ou grupo de empresas para oficializar o ajuste?
6) Quanto foi despendido pela União em alimentação, inclusive com a contratação de bufês especiais e ajudantes, durante os três dias da visita?
7) Que cardápios foram oferecidos aos membros da comitiva durante os três dias?
8) Quanto foi despendido pela União no contrato especial com o bufê do restaurante ‘La Cuisine’, que serviu aos membros da comitiva?
9) Todos os serviços pagos pela União foram contratados mediante licitação pública?
10) O que justificou a montagem de três restaurantes no “acampamento”?
11) Quanto foi despendido pela União na montagem de serviços de apoio à visita, inclusive na equipagem de estrutura para a cobertura de imprensa?
12) Que variedades, tipos e marcas de bebidas alcoólicas foram consumidos no “acampamento”, e em que quantidade?
13) Quantos cômodos tinha o “acampamento”? Que metragens tinham as suítes destinadas ao uso do Presidente da República e por cada um dos membros de sua comitiva?
14) Que características tinham os cômodos desse “acampamento” no tocante ao conforto pessoal, tais como ar condicionado, tapetes, objetos de decoração?
15) Que metragem e itens de conforto pessoal tinha a suíte destinada ao Presidente da República? 
16) Em que exata rubrica orçamentária foram contabilizados os gastos cumpridos nesse “acampamento”?
17) Qual a relação integral de membros da comitiva oficial do Presidente da República, inclusive os serviçais não graduados, e qual missão ou tarefa cada um deles foi designado a cumprir?
18) Qual o percentual – em valores e projetos - das obras de transposição do rio São Francisco cumprido pelo governo federal até o momento?


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 “Não descarto um crescimento de 4% do PIB em 2009.” (Lula, em Brasília, 10/03/2009)

A verdade: o PIB de 2009 ficará entre 0,1% e 0,8% negativo.

 Mentira do seculo
 Mentira do ano
 Mentira deslavada
 Mentira marolinha
 Mentira graduada
 Mentira de bar
 Mentirinha vagabunda

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 Por que o governo Lula não conseguiu fazer nenhuma Parceria Público-Privada (PPP) até hoje?

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