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José Aníbal fala sobre crise no Brasil, desafios do ITV e sucessão municipal em reunião com grupo da juventude do PSDB

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O presidente nacional do Instituto Teotônio Vilela (ITV), José Aníbal, se reuniu, na manhã do último sábado, 26, com o grupo da juventude do PSDB na capital paulista, Conexão 45. Entre outros assuntos, ele comentou sobre a crise política, econômica e moral em que o PT colocou o Brasil, os desafios do ITV para o futuro e a sucessão municipal no próximo ano.

O presidente do ITV traçou um panorama da gestão petista e a atual crise que vivemos no Brasil. “O PT quebrou o Brasil. Essa política intervencionista e inflacionista desarrumou toda a economia. As nossas empresas perderam um enorme valor de mercado. A conta de luz não para de aumentar, é uma verdadeira expropriação da renda dos brasileiros. A inépcia e a corrupção são assustadoras. Vivemos uma crise política, econômica e moral. Enfim, esse governo vai mal em todas as áreas”, afirmou Aníbal.

“é preciso buscar convergências com forças políticas e sociais para sairmos da crise e tudo leva a crer que com Dilma não dá pra dialogar e nem buscar convergência. é um governo autoritário e que só agrava a situação do país a cada dia”, complementou.

Sobre a ação do ITV, José Aníbal falou que vai promover encontros regionais por todo o país e buscar estimular jovens e aqueles que não têm filiação partidária a participar mais da política. “Realizamos no último dia 17, em Brasília, um seminário muito proveitoso sobre economia e já temos outro marcado para outubro que será sobre energia. Temos que avançar nesses e em outros temas, propor soluções e mostrar que existe outro caminho. Esses encontros também servem para atualizar os programas de governo do PSDB. Queremos uma maior participação da população e para isso vamos ter portais interativos e atualizados, onde as pessoas possam propor, como o que já temos na área social (http://portalsocialdobrasil.org.br/)”.

Sobre a eleição municipal do próximo ano, Aníbal disse que é preciso primeiro fazer com que as pessoas voltem a crer na política. “Sou a favor da boa política, do diálogo, da busca pelo contraditório. As pessoas estão desacreditadas com os políticos. O setor público brasileiro está hipertrofiado, pega muito dinheiro do contribuinte e entrega muito pouco em troca.”

Em relação à Prefeitura de São Paulo, ele falou que é preciso realizar programas que sejam “profícuos e que de fato mudem a rotina da população”. Aníbal listou algumas ações que poderiam ser feitas. “Focar e ampliar os programas que funcionam e dão segurança à população, como as AMAS e AMES na área da saúde. Resolver os gargalos da mobilidade urbana, investir em prioridades e transportes de massa. Construir creches para que São Paulo tenha uma primeira geração de paulistanos com acesso ao ensino desde os seis meses de idade. Essa prefeitura baseia suas ações no marketing. Uma cidade como São Paulo não pode ter um poder público inerte como esse que aí está”, finalizou.