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‘A volta de Dilma seria o caos’, diz José Aníbal

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O clima na última semana em Brasília foi de otimismo e confiança. O Senado Federal avançou no processo de impeachment ao aprovar, por 59 votos a favor e 21 contra, o parecer do relator, senador Antonio Anastasia, que recomenda o julgamento da presidente afastada Dilma Rousseff por descumprir leis fiscais e orçamentárias. Agora Dilma se tornou ré e a previsão é de que o início da votação final ocorra no dia 25 de agosto. Se 54 dos 81 senadores votarem pelo afastamento, ela será definitivamente cassada.

Para o senador José Aníbal, a hora agora é de virar a página. “O Brasil precisa respirar, para isso precisamos superar esse momento crítico que foi colocado pelo lulopetismo. Esse fim significará para o Brasil ter novamente uma perspectiva de esperança e de mudança. é o que a sociedade e todos nós queremos”, afirmou.

O tucano criticou a insistência da presidente afastada em tentar manter o cargo, mesmo isolada e sem apoio político ou da sociedade. “Dilma, depois de todo o mal que fez ao Brasil, foi incapaz de um gesto de grandeza, que daria muito mais agilidade ao processo de recuperação do emprego e da confiança, que seria a renúncia. Mas não. Ela prefere viver já há três, quatro meses isolada no Palácio da Alvorada, sem ter com quem falar, sem ter o que dizer e prometendo coisas que ela sabe que não vai cumprir. A volta da Dilma seria o caos. Por isso eu tenho toda a confiança de que o Senado vai votar pelo afastamento definitivo dela”, complementou o senador.

Foto: Gerdan Wesley